Quem sou eu?

Esta frase do célebre Martin Luther King, em minha opinião, tem tudo a ver com empreendedorismo e com a forma com que as pessoas e empresas deve nortear suas ações:

Eu não sou quem gostaria de ser;

Eu não sou quem eu deveria ser;

Ainda não sou quem deveria ser, mas graças a Deus, eu não sou mais quem eu era.

Martin Luther King

O valor da iniciativa

Esta é uma historia sobre quatro pessoas:Todo Mundo, Alguém, Qualquer Um e Ninguém. Havia um grande trabalho a ser feito e Todo Mundo tinha certeza que Alguém o faria.Qualquer Um poderia tê-lo feito, mas Ninguém o fez. Alguém  se zangou porque era um trabalho de Todo Mundo.Todo Mundo pensou que Qualquer Um poderia fazê-lo, mas Ninguém imaginou que Todo Mundo deixa-se de fazê-lo.Ao final, Todo Mundo culpou Alguém  quando Ninguém fez o que Qualquer Um poderia ter feito. Mesmo com o risco de uma decisão errada, é importante tomar a iniciativa.Errar ou acertar é o risco de quem tem iniciativa, contudo a ação jamais ocorrerá se alguém não a iniciar.

Tipos de pessoas

Existem 4 tipos de pessoas:   a que ignora a necessidade de mudar;
 a que aceita  a necessidade de mudar mas tentar manter o status;
3° o que aceita mudar, mas não vê como;
4° a que aceita que o momento atual é o mais importante da historia para fazer todas as transformações necessárias. O primeiro é atropelado pela mudança.
O segundo tenta viver no passado dos tempos dourados.
O terceiro tenta permanecer sem perspectiva
O quarto abre as portas do horizonte.   

Acreditar e Agir

Um viajante caminhava pelas margens de um grande lago de águas cristalinas e imaginava uma forma de chegar até o outro lado, onde era seu destino.Suspirou profundamente enquanto tentava fixar o olhar no horizonte. A voz de um homem de cabelos branco quebrou o silêncio momentâneo, oferecendo-se para transportá-lo. Era um barqueiro.O pequeno barco envelhecido, no qual a travessia seria realizada, era provido de dois remos de madeira de carvalho. O viajante olhou detidamente e percebeu o que apareciam ser letras em cada remo. Ao colocar os pés empoeirados dentro do barco, observou que eram mesmo duas palavras. Num dos remos estava entalhada a palavra acreditar e no outro, agir.Não podendo conter a curiosidade, perguntou a razão daqueles nomes originais dados aos remos. O barqueiro pegou o remo, no qual estava escrito acreditar, e remou com toda força. O barco então começou a dar voltas sem sair do lugar que estava. Em seguida pegou o remo em que estava escrito agir e remou com todo vigor. Novamente o barco girou em sentido oposto, sem ir a diante.Finalmente, o velho barqueiro, segurando os dois remos, movimentou-os ao mesmo remo, impulsionando por ambos os remos, navegou através das águas do lago, chegando calmamente à outra margem.Então o barqueiro disse ao viajante:– Este barco pode ser chamado de autoconfiança. E a margem é a meta que desejamos atingir. A confiança em nossa capacidade, para atingir nossas metas, está alicerçada em primeiro acreditar, segundo agir.Para que o barco da autoconfiança navegue seguro e alcance a meta pretendida, é preciso que utilizem os dois remos ao mesmo tempo e com a mesma intensidade.

O Bambu Chinês

Depois de plantar a semente deste incrível arbusto, não se vê mais nada, absolutamente nada, por 4 anos – excerto o lento desabrocha de um diminuto broto, a partir do bulbo.Durante 4 anos, todo o crescimento é subterrâneo, numa maciça e fibrosa estrutura de raízes, que se estende vertical e horizontalmente pela terra.Mas, então, no quinto ano, o bambu chinês cresce, até atingir 24 metros.Covey escreveu: “Muitas coisa na vida (pessoal e profissional) são iguais ao bambu chinês”.Você trabalha, investe tempo e esforço, faz tudo que pode para nutrir seu crescimento, e às vezes não se vê nada por semanas, meses, ou mesmo anos. Mas, se tiver paciência para continuar trabalhando e nutrindo, o “quinto ano” chegará e o crescimento e a mudança que se processarão o deixarão surpresos e felizes. O Bambu Chinês mostra que não podemos desistir fácil das coisas. Em nosso trabalho especialmente projetos que envolvem mudanças de comportamento, cultura e sensibilidade para ações novas, devemos nos lembrar do bambu chinês para não desistimos fácil frente às dificuldades que são muitas.

O Fruto da Persistência

Um homem investe tudo o que tem numa pequena oficina. Trabalha dia e noite, inclusive dormindo na própria oficina. Para poder continuar nos negócios, empenha as jóias da esposa. Quando apresentou o resultado final de seu trabalho a uma grande empresa, disseram-lhe que seu produto não atendia ao padrão de qualidade exigido. O homem desiste?Não volta a escola por mais dois anos, sendo vitima da maior gozação dos seus colegas e de alguns professores que o chamavam de “visionário”. O homem desanimava? Não!Após dois anos, a empresa que o recusou finalmente fecha contrato com ele.Durante a guerra, sua fábrica é bombardeada duas vezes, sendo que grande parte dela é destruída. O homem se desespera e desiste? Não! Reconstrói sua fabrica, mas um terremoto novamente a arrasa. Essa é gota d’água e o homem desiste? Não!Imediatamente após a guerra segue-se uma grande escassez de gasolina em todo o país e este homem não pode sair de automóvel nem para comprar comida para a família. Ele entra em pânico e desiste? Não! Criativo ele adapta um pequeno motor à sua bicicleta e sai as ruas. Os vizinhos ficam maravilhados e todos querem também as chamadas “bicicletas motorizadas”.A demanda por motores aumenta muito e logo ele fica sem mercadoria. Decide então montar uma fabrica para essa novíssima invenção. Como não tem capital, resolve pedir ajuda para mais quinze mil lojas espalhadas pelo país. Como a idéia é boa, consegue apoio de mais ou menos cinco mil lojas, que lhe adiantam o capital necessário para a indústria.Encurtando a historia: Hoje a Honda Corporation é um dos maiores impérios da indústria automobilística japonesa, conhecida e respeitada no mundo inteiro. Todo porque o Sr. Soichiro Honda, seu fundador, não se deixou abater Pelos terríveis obstáculos que encontrou pela frente. Se você, como infelizmente tem acontecido com muitas pessoas, adquiriu o hábito de viver reclamando e lamentado, experimente seguir sempre em frente, na busca dos objetivos sempre!

Ponto de vista

Era uma vez uma indústria de calçados que desenvolveu um projeto de exportação de sapatos para a Índia. Em seguida, mandou dois de seus consultores a pontos diferentes do país para fazer as primeiras observações do potencial daquele futuro mercado.Depois de alguns dias de pesquisa, um dos consultores enviou o seguinte e-mail para a direção da indústria:“Senhores, cancelem o projeto de exportação de sapatos para a Índia.Aqui ninguém usa sapatos”.Sem saber desse e-mail, alguns dias depois, o segundo consultor mandou o seu:“Senhores, tripliquem o projeto da exportação de sapatos para a Índia. Aqui ninguém usa sapatos, ainda…”. Moral da história: O obstáculo era o mesmo para ambos. Tudo na vida pode ser visto com enfoques e de maneiras diferentes. A maneira como você encara a vida faz TODA a diferença.

O Pedreiro

 Lembre-se: todos os dias você constrói a vida que quer viver Um velho pedreiro que construía casas estava pronto para se aposentar. Ele informou ao chefe o seu desejo de sair da indústria de construção e passar mais tempo com a sua família. Ele ainda disse que sentiria falta do salário, mas realmente queria se aposentar.A empresa não seria muito afetada pela saída do pedreiro, mas o chefe ficou triste ao vê um bom funcionário partir. Assim pediu ao pedreiro para trabalhar em mais um projeto, como um favor.“Como a vida é engraçada”, pensou o pedreiro, que não gostou nada da idéia do chefe, afinal havia chegado a hora do seu descanso. Por fim, no entanto, acabou concordando.Mas era clarão que ele não estava entusiasmado com a idéia. Assim prosseguiu fazendo um trabalho de segunda qualidade e usando matérias inadequados. Foi uma maneira negativa de terminar sua carreira.Quando o pedreiro acabou, o seu chefe veio fazer a inspeção da casa construída. Depois, deu a chave da casa para o pedreiro e disse: “Essa é sua casa. Ela é o meu presente para você”.O pedreiro ficou surpreso. “Se soubesse que estava construindo minha própria casa, teria feito tudo diferente”, pensou o pedreiro. Moral da história: O mesmo ocorre conosco, na nossa vida. Construímos nossa vida, um dia de cada vez e, muitas vezes, fazendo menos que o melhor possível. Depois, com surpresa, descobrimos que precisamos viver na casa que nós construímos. Se pudéssemos fazer tudo de novo, faríamos tudo diferente. Suas atitudes e escolhas hoje estão construindo a “casa” em que você vai morar amanhã. Pense nisso.

 

Aprendendo com o eco

Um menino e seu pai estavam caminhando pelas montanhas. De repente, o filho caiu e deu um grito. “Ai!”. Para sua surpresa, ouviu uma voz que repetia em algum topo da montanha: “Ai!” Curioso, o menino gritou: “Quem é você?” E obteve como resposta: “Quem é você?” Aborrecido com a resposta, gritou: “Bobão!” E recebeu como resposta: “Bobão!” Fitou o pai e lhe perguntou: “Pai, o que está ocorrendo?” O pai sorriu e lhe disse: “Filho ouve com atenção”, e gritou para a montanha: “Eu te admiro!” A voz respondeu: “Eu te admiro!” O pai deu outro grito: “Campeão” e a voz respondeu: “Campeão”. O menino estava admirado, mas ainda não entendia nada. E o pai lhe explicou: “O nome dessa voz é eco, mas na realidade é a própria vida. Ela te devolve aquilo que fazes ou dizes”. Moral da história: Nossa vida é simplesmente um reflexo de nossos atos. Se você deseja mais amor no mundo, crie mais amor ao seu redor. Se deseja mais competitividade na sua equipe, torne-se mais competitivo. A vida devolverá a você exatamente aquilo que você lhe houver dado.

O porteiro e o prostíbulo

A história de um homem que transformou adversidade em trampolim Não havia no povoado pior oficio do que o do porteiro do prostíbulo. Mas que outra atividade poderia exercer aquele homem que não sabia nem ler nem escrever?Um dia, um novo gerente começou a trabalhar no prostíbulo e propôs ao porteiro que, além de ficar na portaria, preparasse semanalmente um relatório no devia registrar a quantidade de pessoas que entravam na casa bem como seus comentários sobre o serviço.– Eu adoraria fazer isso, senhor – balbuciou o porteiro – mas eu não sei ler nem escrever.O gerente não aceitou a justificativa e demitiu o homem.O porteiro sentiu o chão sumir, mas com o passar dos dias lembrou que no prostíbulo, quando quebrava algum móvel, era ale quem o arrumava. E achou que essa poderia ser a sua nova ocupação.Como no povoado não tinha casa de ferragens, ele precisou viajar dois dias em uma mula para chegar ao povoado mais próximo com o intuito de comprar as ferramentas.Quando regressou, um vizinho bateu à sua porta pedindo que lhe vendesse o martelo que acabara de comprar. O porteiro relutou, porém como o vizinho disse que o pagaria, além da peça, a viagem de ida e de volta, aceitou.Voltou a montar na sua mula para comprar um novo martelo. No seu regresso, outro vizinho o esperava para comprar outras ferramentas em troca de lhe pagar o valor das peças, da viagem e mais um pequeno lucro, dizendo que não tinha tempo de viajar para comprar as ferramentas.E então o ex-porteiro teve uma idéia: “outras pessoas também não tinham tempo e ele poderia fazer as viagens e trazer as ferramentas para vender no povoado”, pensou. Estava certo.Com o tempo, alugou um galpão para estocar as ferramentas e alguns meses depois, comprou uma vitrine e um balcão e transformou o galpão na primeira loja de ferragens do povoado. Já não viajava, os fabricantes lhe enviavam seus pedidos. Era um bom cliente. Percebendo a comodidade, as pessoas dos povoados vizinhos começaram a comprar cada vez mais na sua loja de ferragens, do que gastar dias em viagens.Tempos depois, ele se lembrou de um amigo ferreiro e pensou que esse homem poderia fabricar algumas ferramentas. Em poucos anos, ele se transformou, com seu trabalho, num próspero fabricante de ferramentas.Passado um período, decidiu doar uma escola ao povoado. No dia da inauguração, o prefeito lhe entregou as chaves da cidade e disse:– É com grande orgulho que pedimos que nos conceda a honra de colocar a sua assinatura na primeira página do Livro de Atas da escola.– A honra seria minha, disse o homem, mas eu não sei ler nem escrever. Sou analfabeto.– O senhor? – perguntou o prefeito sem acreditar. E completou: como construiu esse império sendo analfabeto? O que teria sido se soubesse ler e escrever?– Isso eu posso responder – disse o homem com calma. Se eu soubesse ler e escrever, ainda seria o porteiro do prostíbulo.Moral da história: a partir das turbulências é que podem surgir as oportunidades. Tire o “s” da Crise. Crie.