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	<title>SparBlog! - Blog corporativo da Sparnet Soluções em Internet &#187; Negócios</title>
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	<description>Idéias, reflexões, decepção e outras coisas...</description>
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		<title>SparBlog! - Blog corporativo da Sparnet Soluções em Internet &#187; Negócios</title>
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		<title>Dicionário Brasileiro de Prazos</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Oct 2007 15:24:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sparnet</dc:creator>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[Para evitar que estrangeiros fiquem &#8220;pegando injustamente no nosso pé&#8221;, está-se compilando o &#8220;Dicionário Brasileiro de Prazos&#8221;, que já deveria estar pronto, mas atrasou, do qual foram extraídos os trechos a seguir:
DEPENDE : Envolve a conjunção de várias incógnitas, todas desfavoráveis. Em situações anormais, pode até significar sim, embora até hoje tal fenômeno só tenha sido [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sparnet.wordpress.com&blog=1816334&post=14&subd=sparnet&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="font-size:10pt;font-family:'Arial','sans-serif';">Para evitar que estrangeiros fiquem &#8220;pegando injustamente no nosso pé&#8221;, está-se compilando o <em><span>&#8220;Dicionário Brasileiro de Prazos&#8221;,</span></em> que já deveria estar pronto, mas <u><span>atrasou</span></u>, do qual foram extraídos os trechos a seguir:</span></p>
<p><u><span style="font-size:10pt;font-family:'Arial','sans-serif';"><strong>DEPENDE :</strong></span></u><span style="font-size:10pt;font-family:'Arial','sans-serif';"> Envolve a conjunção de várias incógnitas, todas desfavoráveis. Em situações anormais, pode até significar sim, embora até hoje tal fenômeno só tenha sido registrado em testes teóricos de laboratório. O mais comum é que signifique diversos pretextos para dizer não.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:'Arial','sans-serif';"></span><u><span style="font-size:10pt;font-family:'Arial','sans-serif';"><strong>JÁ JÁ:</strong></span></u><span style="font-size:10pt;font-family:'Arial','sans-serif';"> Aos incautos, pode dar a impressão de ser duas vezes mais rápido do que já. Ledo engano; é muito mais lento. &#8220;Faço&#8221; já significa &#8220;passou a ser minha primeira prioridade&#8221;, enquanto &#8220;faço já já&#8221; quer dizer apenas &#8220;assim que eu terminar de ler meu jornal, prometo que vou pensar a respeito.&#8221;</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:'Arial','sans-serif';"></span><u><span style="font-size:10pt;font-family:'Arial','sans-serif';"><strong>LOGO:</strong></span></u><span style="font-size:10pt;font-family:'Arial','sans-serif';"> Logo é bem mais tempo do que dentro em breve e muito mais do que daqui a pouco. É tão indeterminado que pode até levar séculos. Logo chegaremos a outras galáxias, por exemplo. É preciso também tomar cuidado  com a frase &#8220;Mas logo eu?&#8221;, que quer dizer &#8220;tô fora!&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:'Arial','sans-serif';"></span><u><span style="font-size:10pt;font-family:'Arial','sans-serif';"><strong>MÊS QUE VEM:</strong></span></u><span style="font-size:10pt;font-family:'Arial','sans-serif';"> Parece coisa de primeiro grau, mas ainda tem estrangeiro que não entendeu. Existem só três tipos de meses: aquele em que estamos agora,  os que já passaram e os que ainda estão por vir. Portanto, todos os meses, do próximo até o Apocalipse, são meses que vêm!</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:'Arial','sans-serif';"></span><u><span style="font-size:10pt;font-family:'Arial','sans-serif';"><strong>NO MÁXIMO:</strong></span></u><span style="font-size:10pt;font-family:'Arial','sans-serif';"> Essa é fácil: quer dizer no mínimo. Exemplo: Entrego em meia  hora, no máximo. Significa que a única certeza é de que a coisa não será entregue antes de meia hora.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:'Arial','sans-serif';"></span><u><span style="font-size:10pt;font-family:'Arial','sans-serif';"><strong>PODE DEIXAR:</strong></span></u><span style="font-size:10pt;font-family:'Arial','sans-serif';"> Traduz-se como nunca.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:'Arial','sans-serif';"></span><u><span style="font-size:10pt;font-family:'Arial','sans-serif';"><strong>POR VOLTA:</strong></span></u><span style="font-size:10pt;font-family:'Arial','sans-serif';"> Similar a no máximo. É uma medida de tempo dilatada, em que o  limite inferior é claro, mas o superior é totalmente indefinido. Por volta das 5h quer dizer a partir das 5h.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:'Arial','sans-serif';"></span><u><span style="font-size:10pt;font-family:'Arial','sans-serif';"><strong>SEM FALTA :</strong></span></u><span style="font-size:10pt;font-family:'Arial','sans-serif';"> É uma expressão que só se usa depois do terceiro atraso. Porque depois do primeiro atraso, deve-se dizer &#8220;fique tranqüilo que amanhã eu entrego.&#8221; E depois do segundo atraso, &#8220;relaxa, amanhã estará em sua mesa. Só aí é que vem o amanhã, sem falta.&#8221;</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:'Arial','sans-serif';"></span><u><span style="font-size:10pt;font-family:'Arial','sans-serif';"><strong>UM MINUTINHO:</strong></span></u><span style="font-size:10pt;font-family:'Arial','sans-serif';"> É um período de tempo incerto e não sabido, que nada tem a  ver com um intervalo de 60 segundos e raramente dura menos que cinco minutos.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:'Arial','sans-serif';"></span><u><span style="font-size:10pt;font-family:'Arial','sans-serif';"><strong>TÁ SAINDO:</strong></span></u><span style="font-size:10pt;font-family:'Arial','sans-serif';"> Ou seja: vai demorar. E muito. Não adianta bufar. Os dois verbos juntos indicam tempo contínuo. Não entendeu? É para continuar a esperar? Capisce! Understood? Comprendez-vous? Sacou? Mas não esquenta que já tá saindo&#8230;</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:'Arial','sans-serif';"></span><u><span style="font-size:10pt;font-family:'Arial','sans-serif';"><strong>VEJA BEM:</strong></span></u><span style="font-size:10pt;font-family:'Arial','sans-serif';"> É o Day after do depende. Significa &#8220;viu como pressionar não adianta?&#8221; É utilizado da seguinte maneira: &#8220;Mas você não prometeu os  cálculos para hoje?&#8221; Resposta: &#8220;Veja bem&#8230;&#8221; Se dito neste tom, após a frase &#8220;não vou mais tolerar atrasos, OK?&#8221;, exprime dó e piedade por tamanha ignorância sobre nossa cultura. </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:'Arial','sans-serif';"></span><span style="font-size:10pt;font-family:'Georgia','serif';"><font face="Arial">Texto extraido da Internet. Não temnos conhecimento da fonte.</font></span></p>
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		<title>OS DOIS PILARES DA GESTÃO DE RELACIONAMENTO COM O CLIENTE (CRM)</title>
		<link>http://sparnet.wordpress.com/2007/10/06/os-dois-pilares-da-gestao-de-relacionamento-com-o-cliente-crm/</link>
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		<pubDate>Sat, 06 Oct 2007 19:25:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sparnet</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing e Vendas]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[SparCRM!]]></category>
		<category><![CDATA[CRM]]></category>

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		<description><![CDATA[por Yuri Trafane
Em gestão de organizações, entender a importância de uma ferramenta e não aplicá-la é estupidez, todos sabemos. Entretanto o inverso é igualmente verdadeiro. Aqueles que implementam ações sem compreender seus objetivos, sua natureza e seu contexto estratégico arriscam-se da mesma forma. Apesar de parecer óbvio, este último fenômeno é bastante comum quando falamos [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sparnet.wordpress.com&blog=1816334&post=13&subd=sparnet&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>por Yuri Trafane</p>
<p>Em gestão de organizações, entender a importância de uma ferramenta e não aplicá-la é estupidez, todos sabemos. Entretanto o inverso é igualmente verdadeiro. Aqueles que implementam ações sem compreender seus objetivos, sua natureza e seu contexto estratégico arriscam-se da mesma forma. Apesar de parecer óbvio, este último fenômeno é bastante comum quando falamos de novas áreas do conhecimento. A confusão que reina entre os empresários e executivos é geralmente fruto da falta de convergência entre os especialistas, sejam eles professores ou consultores.</p>
<p>É precisamente o que está acontecendo com o CRM (Customer Relationship Management ou Gestão de Relacionamento com o Cliente) neste momento. Se tomarmos vários livros que tratam direta ou indiretamente do assunto e conversarmos com diversos consultores teremos muitas opiniões diferentes sobre sua concepção e aplicação. E a situação fica ainda pior se perguntarmos para as empresas que se ocupam em praticar algo que tenha ligação com esta técnica. Será que atender cada cliente de forma personalizada é CRM? Ter um programa de fidelidade é que o caracteriza? Um excepcional telemarketing resolve o problema?</p>
<p>Antes de qualquer coisa, sugiro que encaremos o CRM como um processo e não como um conjunto de atividades postas em prática. Desta forma é possível entender que muitas empresas caminham em direção ao relacionamento com seus clientes na medida em que desenvolvem duas competências principais: foco e interação.</p>
<p>Focar, neste contexto, significa aproximar-se gradativamente do indivíduo em detrimento da massa. Para que isto aconteça é necessário que cada cliente seja entendido em suas necessidades e desejos específicos e que a empresa encaminhe soluções que brindem com a maior precisão possível tais demandas. Na medida em que as organizações deixam de querer atender a todos com o mesmo produto iniciou-se o fortalecimento do CRM. Atender segmentos diferentes com ofertas diferentes é o primeiro passo. Chamamos este processo de segmentação.</p>
<p>Não pode parar por aí. É necessário que haja uma fragmentação cada vez maior dos grupos específicos atendidos, passando pela atenção a nichos cada vez menores até chegar ao limite unitário. Isto mesmo: atender cada cliente da forma como ele precisa e quer ser atendido. Podemos até chamar esta situação de “Marketing Um a Um”, mas afirmo que estaremos sendo imprecisos se atribuirmos a isto o nome de CRM. Afinal, eu posso dar o que cada cliente quer, sem, entretanto reforçar continuamente meus laços com ele.</p>
<p>Para que seja digno desta insígnia é importante que se entenda o papel da interação para a coroação do processo. Para uma empresa caminhar firmemente rumo ao CRM não pode ocupar-se apenas do marketing de conquista, preocupando-se em arrebatar cada vez mais clientes e perdendo-os rapidamente devido ao descaso com os já conquistados.</p>
<p>A carteira de clientes ativos de uma empresa é como uma caixa d’água com um furo na parte de baixo. Se você abre uma torneira que joga muita água para dentro (novos clientes conquistados), mas não se preocupa em diminuir o furo por onde a água vaza (clientes perdidos) verá que a tentativa de encher o reservatório foi um esforço em vão. Certamente é importante ampliar o número de clientes, mas nunca em detrimento aos que já compraram de sua empresa. Estes sim são as prioridades. Afinal se eles já compraram significa que já conhecem o produto, têm alguma afinidade com ele e já romperam a barreira da inércia que paralisa muitos consumidores, impedindo a realização da compra. Logo é necessário investir muito menos nele.</p>
<p>Por isso, vários estudos afirmam ser mais barato manter um cliente já conquistado do que conquistar um novo. O primeiro passo, geralmente é a transição para o Marketing de Retenção, onde vemos uma maior preocupação em não perder o que já foi conquistado. Quando as atividades de retenção são sistematizadas, temos o Marketing de Fidelização, materializados parcialmente em Programas de Fidelidade. E por fim a evolução deste cria espaços para o aprofundamento de conhecimento recíproco (empresa/cliente) gerando aprendizagem mútua com benefícios nos dois sentidos. Neste ponto podemos falar de Marketing de Relacionamento.</p>
<p>Juntemos o “Marketing Um a Um” com o “Marketing de Relacionamento” e teremos a referência para que as empresas se espelhem em sua caminhada para o CRM ideal, onde cada cliente é atendido individualmente através de um processo de interação contínua e de crescente profundidade gerando mais e melhores negócios para ambos.</p>
<p>Para sustentar esta situação é indispensável a existência de um banco de dados que permita o conhecimento de cada um e onde se registre o histórico da relação. Obviamente que a tecnologia pode facilitar imensamente a operação. Entretanto ela é um acelerador do processo, que em pequena escala pode ser feito manualmente, embora não seja nada recomendável, considerando todos os recursos disponíveis.</p>
<p>Yuri Trafane<br />
Dirige a Ynner Marketing, é professor de estratégia e marketing em cursos universitários e de MBA. Presidente do Comitê de Small Business da Câmara Americana de Comércio. Formou-se em Marketing pela ESPM &#8211; Escola Superior de Propaganda e Marketing após haver estudado Química na UNICAMP &#8211; Universidade de Campinas. Aperfeiçoou-se através do MBA com ênfase em Marketing pela USP &#8211; Universidade de São Paulo e MBA em Gestão Financeira pela FGV &#8211; Fundação Getúlio Vargas.</p>
<p>Fonte: www.empreenderparatodos.com.br</p>
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